Pesquisadores usarão pulsos de laser de alta potência.
Ideia é recriar condições parecidas com imediações de buraco negro.
Um grupo de cientistas da Universidade de Heriot-Waat de Edimburgo, na Escócia, quer simular buracos negros em laboratório como parte de um projeto para investigar como a matéria e a energia interagem.
O estudo de 3 milhões de euros, que está sendo financiado pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC), utilizará pulsos a laser com alta potência para recriar as condições formadas ao redor de um buraco negro, explicaram os especialistas em comunicado.
Nestas regiões espaciais, existe uma concentração de massa muito elevada que cria uma campo gravitacional ao seu redor do qual nem a luz pode escapar e onde as leis físicas gerais não se completam.
"O que estamos criando é a mesma estrutura tempo-espaço que caracteriza os buracos negros. Porém, estamos fazendo com um impulso a laser, por isso não temos a massa que se associa a esses fenômenos", explicou Daniele Faccio, que lidera a pesquisa.
Com este estudo, Faccio pretende descobrir como a luz interage com um meio (ar, por exemplo) que se movimenta também à velocidade da luz.
O investimento do ERC também servirá para financiar outra pesquisa sobre física quântica na mesma universidade, que analisará como um fóton e um elétron se comportam entre si em um chip de informática.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/cientistas-escoceses-querem-simular-buracos-negros-em-laboratorio.html
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Agências russa e europeia vão lançar sonda e robô a Marte em 2016 e 2018
Sonda deve se concentrar na exploração da atmosfera e dos gases estufa.
Robô vai ver sinais de vida e testar tecnologias para viagem de ida e volta.
As agências espaciais russa e europeia pretendem lançar em conjunto, em 2016 e 2018, uma sonda e um robô motorizado para explorar Marte, informou nesta quinta-feira (4) o Instituto de Pesquisa Espacial (IIE) da Rússia.
A sonda do projeto ExoMars deverá se concentrar na exploração da atmosfera do planeta vermelho, em particular os gases estufa. Já o robô deve buscar sinais favoráveis à vida e testar as tecnologias necessárias para uma viagem de ida e volta.
"Em 2018, a Rússia não só garantirá o lançamento do aparelho, mas também todos os instrumentos técnicos e científicos", afirmou Lev Zelenni, diretor do instituto, que pertence à Academia de Ciências da Rússia. O cientista também explicou que em 2018 "a aterrissagem em Marte (do robô motorizado europeu Pasteur) será efetuada com métodos russos".
Segundo Zelenni, até a data prevista, a agência espacial Roscosmos já deverá ter construído uma plataforma para pouso no planeta vermelho. Além disso, o cientista adiantou que o financiamento do projeto europeu já foi aprovado pelo governo russo e, em breve, a Roscosmos e o IIE assinarão o convênio correspondente.
O porta-voz do IIE, Yuri Zaitsev, acrescentou que a Roscosmos contribuirá com a missão com aparelhos como espectrômetros de raios infravermelhos ACS e um espectrômetro de nêutrons Frend.
Outro especialista do IIE, Igor Mitrofanov, assegurou que há vários milhões de anos Marte não era muito diferente da Terra, já que em sua superfície havia rios e lagos. Os cientistas russos consideram que, uma vez que o planeta vermelho perdeu seu campo magnético por causa da pouca massa, o vento solar acabou evaporando toda a água.
A Roscosmos decidiu cooperar ativamente com a Agência Espacial Europeia (ESA) após a agência espacial americana (Nasa) abandonar o projeto por motivos financeiros. Em 2009, a Nasa e a ESA assinaram um acordo para compartilhar os custos de uma missão em duas partes a Marte.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/agencias-russa-e-europeia-vao-lancar-sonda-e-robo-marte-em-2016-e-2018.html
Robô vai ver sinais de vida e testar tecnologias para viagem de ida e volta.
As agências espaciais russa e europeia pretendem lançar em conjunto, em 2016 e 2018, uma sonda e um robô motorizado para explorar Marte, informou nesta quinta-feira (4) o Instituto de Pesquisa Espacial (IIE) da Rússia.
A sonda do projeto ExoMars deverá se concentrar na exploração da atmosfera do planeta vermelho, em particular os gases estufa. Já o robô deve buscar sinais favoráveis à vida e testar as tecnologias necessárias para uma viagem de ida e volta.
"Em 2018, a Rússia não só garantirá o lançamento do aparelho, mas também todos os instrumentos técnicos e científicos", afirmou Lev Zelenni, diretor do instituto, que pertence à Academia de Ciências da Rússia. O cientista também explicou que em 2018 "a aterrissagem em Marte (do robô motorizado europeu Pasteur) será efetuada com métodos russos".
| Atualmente, robô Curiosity, da Nasa, está em Marte para missão de 2 anos (Foto: Nasa/JPL-Caltech/MSSS) |
Segundo Zelenni, até a data prevista, a agência espacial Roscosmos já deverá ter construído uma plataforma para pouso no planeta vermelho. Além disso, o cientista adiantou que o financiamento do projeto europeu já foi aprovado pelo governo russo e, em breve, a Roscosmos e o IIE assinarão o convênio correspondente.
O porta-voz do IIE, Yuri Zaitsev, acrescentou que a Roscosmos contribuirá com a missão com aparelhos como espectrômetros de raios infravermelhos ACS e um espectrômetro de nêutrons Frend.
Outro especialista do IIE, Igor Mitrofanov, assegurou que há vários milhões de anos Marte não era muito diferente da Terra, já que em sua superfície havia rios e lagos. Os cientistas russos consideram que, uma vez que o planeta vermelho perdeu seu campo magnético por causa da pouca massa, o vento solar acabou evaporando toda a água.
A Roscosmos decidiu cooperar ativamente com a Agência Espacial Europeia (ESA) após a agência espacial americana (Nasa) abandonar o projeto por motivos financeiros. Em 2009, a Nasa e a ESA assinaram um acordo para compartilhar os custos de uma missão em duas partes a Marte.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/agencias-russa-e-europeia-vao-lancar-sonda-e-robo-marte-em-2016-e-2018.html
Robô explorador Curiosity faz ‘check-in’ de Marte no Foursquare
Nasa usa serviço de localização para aproximar missão dos internautas.
Público poderá acompanhar posição do robô, fotos e dicas on-line.
O robô explorador Curiosity, enviado pela Nasa a Marte, fez um “check-in” do planeta vermelho nesta quarta-feira (3) pelo serviço de localização on-line Foursquare para dispositivos móveis.
"A Nasa está usando o Foursquare como uma ferramenta para compartilhar as novas localizações do robô em sua exploração de Marte", disse o porta-voz da NASA, David Weaver.
Segundo a agência espacial, o serviço "vai ajudar a envolver o público na missão e dar uma ideia das viagens do robô explorador pela [cratera] Gale" onde o Curiosity pousou em agosto.
Além da posição do Curiosity em áreas importantes, os usuários do Foursquare podem acompanhar dicas e fotos pelos links foursquare.com/MarsCuriosity ou foursquare.com/NASA.
A Nasa anunciou, na semana passada, que o robô explorador descobriu cascalho arrastado pelas águas de um córrego antigo que "correu vigorosamente" na área.
Os cientistas já haviam encontrado outras evidências da presença de água no planeta vermelho, mas esta é a primeira vez que um extinto leito com cascalho foi descoberto.
O Curiosity está em uma missão de dois anos para investigar se é possível ter existido vida em Marte e identificar suas condições.
O robô de US$ 2,5 bilhões pousou na superfície da cratera Gale em 6 de agosto, abrindo um novo capítulo na história da exploração interplanetária.
Os usuários ligados no Foursquare poderão ganhar selos virtuais do Curiosity para trocar por check-ins em laboratórios, centros de ciência ou outros locais que inspiram interesse nas áreas de matemática, tecnologia ou engenharia.
A Nasa anunciou sua aliança com o Foursquare há dois anos com o astronauta Doug Wheelock, que fez seu check-in a partir da Estação Espacial Internacional.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/10/robo-explorador-curiosity-faz-check-de-marte-no-foursquare.html
Público poderá acompanhar posição do robô, fotos e dicas on-line.
O robô explorador Curiosity, enviado pela Nasa a Marte, fez um “check-in” do planeta vermelho nesta quarta-feira (3) pelo serviço de localização on-line Foursquare para dispositivos móveis.
"A Nasa está usando o Foursquare como uma ferramenta para compartilhar as novas localizações do robô em sua exploração de Marte", disse o porta-voz da NASA, David Weaver.
Segundo a agência espacial, o serviço "vai ajudar a envolver o público na missão e dar uma ideia das viagens do robô explorador pela [cratera] Gale" onde o Curiosity pousou em agosto.
Além da posição do Curiosity em áreas importantes, os usuários do Foursquare podem acompanhar dicas e fotos pelos links foursquare.com/MarsCuriosity ou foursquare.com/NASA.
A Nasa anunciou, na semana passada, que o robô explorador descobriu cascalho arrastado pelas águas de um córrego antigo que "correu vigorosamente" na área.
Os cientistas já haviam encontrado outras evidências da presença de água no planeta vermelho, mas esta é a primeira vez que um extinto leito com cascalho foi descoberto.
O Curiosity está em uma missão de dois anos para investigar se é possível ter existido vida em Marte e identificar suas condições.
O robô de US$ 2,5 bilhões pousou na superfície da cratera Gale em 6 de agosto, abrindo um novo capítulo na história da exploração interplanetária.
Os usuários ligados no Foursquare poderão ganhar selos virtuais do Curiosity para trocar por check-ins em laboratórios, centros de ciência ou outros locais que inspiram interesse nas áreas de matemática, tecnologia ou engenharia.
A Nasa anunciou sua aliança com o Foursquare há dois anos com o astronauta Doug Wheelock, que fez seu check-in a partir da Estação Espacial Internacional.
| Check-in do robô Curiosity, de Marte, no serviço Foursquare (Foto: Divulgação/Fousquare) |
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/10/robo-explorador-curiosity-faz-check-de-marte-no-foursquare.html
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Estudo encontra buracos negros vizinhos e desafia teoria vigente
Astrônomos acharam dois buracos negros no mesmo aglomerado estelar.
Teoria dizia que só poderia haver um.
Astrônomos encontraram pela primeira vez um aglomerado estelar que contém dois buracos negros ao mesmo tempo. A descoberta desafia as teorias astronômicas vigentes hoje.
Buracos negros são concentrações com massa tão densa que nem a luz escapa deles. Eles são formados após a explosão de estrelas de grande massa em supernovas.
A teoria mais aceita até hoje diz que centenas de buracos negros podem se formar ao longo da história de um aglomerado estelar, mas que a força gravitacional interage entre eles. Os menores buracos negros seriam expulsos, de forma que só poderia restar um em cada aglomerado.
Essa teoria foi posta em xeque com o estudo publicado nesta quarta-feira (3) pela prestigiada revista científica “Nature”. No aglomerado M22, localizado na Via Láctea – mesma galáxia em que fica a Terra –, a equipe de Jay Strader, da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, esperava encontrar um buraco negro de médio porte, mas acabou identificando dois buracos negros menores – cada um tem entre 10 e 20 vezes a massa do nosso Sol.
“Quando restam poucos buracos negros, não acho que interajam entre eles e se expulsem tão rapidamente, por isso que alguns permanecem mais tempo do que se pensava até agora”, sugeriu Strader, em entrevista à Agência EFE.
O astrônomo acredita que ainda haja outros buracos negros – até cem – no mesmo aglomerado, mas, por enquanto, só conseguiram medir esses dois. A detecção foi feita com o VLA, um conjunto de observatórios situado no estado americano do Novo México. Foi a primeira vez que sinais de rádio foram usados para identificar um buraco negro, em vez da técnica mais comum, de raios-X.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/estudo-encontra-buracos-negros-vizinhos-e-desafia-teoria-vigente.html
Teoria dizia que só poderia haver um.
Astrônomos encontraram pela primeira vez um aglomerado estelar que contém dois buracos negros ao mesmo tempo. A descoberta desafia as teorias astronômicas vigentes hoje.
Buracos negros são concentrações com massa tão densa que nem a luz escapa deles. Eles são formados após a explosão de estrelas de grande massa em supernovas.
A teoria mais aceita até hoje diz que centenas de buracos negros podem se formar ao longo da história de um aglomerado estelar, mas que a força gravitacional interage entre eles. Os menores buracos negros seriam expulsos, de forma que só poderia restar um em cada aglomerado.
| Ilustração simula coexistência de dois buracos negros no mesmo aglomerado (Foto: Benjamin de Bivort/Divulgação) |
Essa teoria foi posta em xeque com o estudo publicado nesta quarta-feira (3) pela prestigiada revista científica “Nature”. No aglomerado M22, localizado na Via Láctea – mesma galáxia em que fica a Terra –, a equipe de Jay Strader, da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, esperava encontrar um buraco negro de médio porte, mas acabou identificando dois buracos negros menores – cada um tem entre 10 e 20 vezes a massa do nosso Sol.
“Quando restam poucos buracos negros, não acho que interajam entre eles e se expulsem tão rapidamente, por isso que alguns permanecem mais tempo do que se pensava até agora”, sugeriu Strader, em entrevista à Agência EFE.
O astrônomo acredita que ainda haja outros buracos negros – até cem – no mesmo aglomerado, mas, por enquanto, só conseguiram medir esses dois. A detecção foi feita com o VLA, um conjunto de observatórios situado no estado americano do Novo México. Foi a primeira vez que sinais de rádio foram usados para identificar um buraco negro, em vez da técnica mais comum, de raios-X.
| Imagem destaca os pontos em que ficam os buracos negros; a luz vem de jatos de energia que resultam do processo (Foto: D. Matthews/ A.Block/ NOAO/ AURA/ NSF/Divulgação) |
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/estudo-encontra-buracos-negros-vizinhos-e-desafia-teoria-vigente.html
Empresa cria arpão para capturar lixo espacial
Equipamento britânico permitiria trazer objetos em órbita de volta à Terra.
A fabricante de satélites Astrium, da Grã-Bretanha, está desenvolvendo uma nova arma contra o lixo espacial: um arpão para 'caçar' objetos abandonados.
O equipamento é capaz de alvejar satélites, foguetes e outras peças abandonadas.
A ideia seria limpar a órbita da Terra, atualmente cheia de detritos que põem em risco satélites e equipamentos ainda em uso.
Uma vez "capturado", o lixo espacial poderia ser trazido de volta à Terra.
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/empresa-cria-arpao-para-capturar-lixo-espacial.html
A fabricante de satélites Astrium, da Grã-Bretanha, está desenvolvendo uma nova arma contra o lixo espacial: um arpão para 'caçar' objetos abandonados.
O equipamento é capaz de alvejar satélites, foguetes e outras peças abandonadas.
A ideia seria limpar a órbita da Terra, atualmente cheia de detritos que põem em risco satélites e equipamentos ainda em uso.
Uma vez "capturado", o lixo espacial poderia ser trazido de volta à Terra.
| Foguetes, satélites aposentados e outros detritos formam lixo espacial em torno da Terra (Foto: BBC) |
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/empresa-cria-arpao-para-capturar-lixo-espacial.html
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Estação espacial pode ter missão de um ano de duração a partir de 2015
Países chegaram a acordo sobre expedição mais longa na ISS.
Período de permanência normalmente é de seis meses.
A primeira missão de um ano a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) deve começar em março de 2015, após acordo entre os países proprietários do complexo orbital, que antes mantinham astronautas por seis meses no local, disse o diretor da agência espacial russa nesta terça-feira (2).
O responsável por voos tripulados russos da estatal Roscosmos, Alexei Krasnov, disse que a decisão foi tomada nesta semana em Nápoles, na Itália, pelos participantes do Congresso Astronáutico Internacional.
A expedição com dois membros, um da Rússia e outro dos Estados Unidos, será um primeiro teste, e o resultado vai determinar se todas as missões serão ampliadas para um ano, segundo ele.
"A decisão fundamental foi tomada, só as formalidades restam a ser negociadas. Até agora, estamos falando de uma só missão", disse Krasnov à agência de notícias RIA. "Caso se prove efetiva, poderemos discutir com os países parceiros uma transição permanente dos voos de meio ano para voos de um ano."
Atualmente, a Rússia é o único país que realiza voos tripulados para a Estação, dando "caronas" pagas a astronautas de outras nações.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/estacao-espacial-pode-ter-missao-de-um-ano-de-duracao-partir-de-2015.html
Período de permanência normalmente é de seis meses.
A primeira missão de um ano a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) deve começar em março de 2015, após acordo entre os países proprietários do complexo orbital, que antes mantinham astronautas por seis meses no local, disse o diretor da agência espacial russa nesta terça-feira (2).
O responsável por voos tripulados russos da estatal Roscosmos, Alexei Krasnov, disse que a decisão foi tomada nesta semana em Nápoles, na Itália, pelos participantes do Congresso Astronáutico Internacional.
A expedição com dois membros, um da Rússia e outro dos Estados Unidos, será um primeiro teste, e o resultado vai determinar se todas as missões serão ampliadas para um ano, segundo ele.
"A decisão fundamental foi tomada, só as formalidades restam a ser negociadas. Até agora, estamos falando de uma só missão", disse Krasnov à agência de notícias RIA. "Caso se prove efetiva, poderemos discutir com os países parceiros uma transição permanente dos voos de meio ano para voos de um ano."
Atualmente, a Rússia é o único país que realiza voos tripulados para a Estação, dando "caronas" pagas a astronautas de outras nações.
| Estação Espacial Internacional (ISS) (Foto: Nasa) |
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/estacao-espacial-pode-ter-missao-de-um-ano-de-duracao-partir-de-2015.html
Imagem inédita traz 'close' de anéis de Saturno
Foto da Nasa expõe anéis lançando gigantesca sombra sobre planeta e destacam minúscula lua de Encélado.
Uma nova imagem recém-divulgada pela espaçonave Cassini, da Nasa, traz detalhes dos célebres anéis de Saturno e do lado sul do planeta.
A imagem foi registrada em junho quando o veículo espacial estava a 2,9 milhões de quilômetros de Saturno - o segundo maior planeta do sistema solar, menor apenas que Júpiter.
As câmeras da Cassini registraram o lado sul, mal iluminado, dos anéis. A imagem foi registrada quando a sonda fazia uma trajetória de cerca de 14 graus abaixo dos anéis.
Os anéis lançam uma vasta sombra sobre a superfície do planeta.
A composição dos anéis mistura gelo, poeira e material rochoso.
Ponto minúsculoA imagem mostra a lua de Encélado, de 504 quilômetros de diâmetro, que parece um ponto minúsculo ao lado esquerdo do enorme planeta. Saturno possui ao menos 60 luas.
A missão da Cassini, orçada em US$ 3,2 bilhões (cerca de R$ 6,5 bilhões), foi lançada em 1997, e a nave espacial vem estudando o planeta desde 2004, quando começou a orbitar em torno dele.
Em 2004, a sonda Huygens se separou da Cassini e alcançou a maior lua de Saturno, Titã, em janeiro de 2005.
Encélado e Titã são satélites de grande interesse científico, uma vez que contam com água no formato líquido a pouca profundidade de sua superfície. E possuem ainda gêisers, que lançam água vaporizada.
Titã possui muitas características mais próprias de um planeta do que de um lua. Além da Terra, ela é o único corpo celeste que possui uma atmosfera densa e cheia de nitrogênio, se assemelhando a uma Terra primitiva. Por isso, muitos cientistas acreditam que ela seria capaz de abrigar alguma forma de vida.
A Cassini continuará pesquisando Saturno até, pelo menos, 2017
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/imagem-inedita-traz-close-de-aneis-de-saturno.html
Uma nova imagem recém-divulgada pela espaçonave Cassini, da Nasa, traz detalhes dos célebres anéis de Saturno e do lado sul do planeta.
A imagem foi registrada em junho quando o veículo espacial estava a 2,9 milhões de quilômetros de Saturno - o segundo maior planeta do sistema solar, menor apenas que Júpiter.
As câmeras da Cassini registraram o lado sul, mal iluminado, dos anéis. A imagem foi registrada quando a sonda fazia uma trajetória de cerca de 14 graus abaixo dos anéis.
Os anéis lançam uma vasta sombra sobre a superfície do planeta.
A composição dos anéis mistura gelo, poeira e material rochoso.
| Imagem inédita traz 'close' de anéis de Saturno (Foto: Nasa) |
Ponto minúsculoA imagem mostra a lua de Encélado, de 504 quilômetros de diâmetro, que parece um ponto minúsculo ao lado esquerdo do enorme planeta. Saturno possui ao menos 60 luas.
A missão da Cassini, orçada em US$ 3,2 bilhões (cerca de R$ 6,5 bilhões), foi lançada em 1997, e a nave espacial vem estudando o planeta desde 2004, quando começou a orbitar em torno dele.
Em 2004, a sonda Huygens se separou da Cassini e alcançou a maior lua de Saturno, Titã, em janeiro de 2005.
Encélado e Titã são satélites de grande interesse científico, uma vez que contam com água no formato líquido a pouca profundidade de sua superfície. E possuem ainda gêisers, que lançam água vaporizada.
Titã possui muitas características mais próprias de um planeta do que de um lua. Além da Terra, ela é o único corpo celeste que possui uma atmosfera densa e cheia de nitrogênio, se assemelhando a uma Terra primitiva. Por isso, muitos cientistas acreditam que ela seria capaz de abrigar alguma forma de vida.
A Cassini continuará pesquisando Saturno até, pelo menos, 2017
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/imagem-inedita-traz-close-de-aneis-de-saturno.html
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