quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Broca do Curiosity faz raspagem em Marte e passa em teste.

A broca do Curiosity passou no seu primeiro teste e está pronta para perfurar as três rochas de Marte, previamente selecionadas pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O equipamento do robô fez uma espécie de raspagem do local e, portanto, não chegou a perfurar a superfície do planeta vermelho. O teste foi executado no 176º dia da missão, que corresponde ao último dia 2 de fevereiro Nasa/JPL-Caltech/MSSS

Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ciencia/album/2012/08/06/curiosity-pousa-com-sucesso-em-marte.htm#fotoNav=53

Lago lunar gigante reflete luz do sol.

O primeiro clarão de luz solar é refletido por um lago de Titã, uma das várias luas de Saturno, em um registro da sonda Cassini, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Batizado de Kraken Mare, esse lago lunar cobre uma área de cerca de 400 mil quilômetros quadrados Nasa/JPL/University of Arizona/DLR

Fonte:  http://noticias.uol.com.br/ciencia/album/2013/01/10/imagens-e-noticias-sobre-o-espaco-2013.htm

Pesquisa encontra novos planetas semelhantes à Terra

Pelo menos três planetas têm tamanho e temperatura como a Terra.
Candidatos orbitam anãs-vermelhas, estrelas mais fracas que o Sol.


Concepção artística de um planeta na órbita de uma anã-vermelha (Foto: D. Aguilar/Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)
Concepção artística de um planeta na órbita de uma anã-vermelha (Foto: D. Aguilar/Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)

Um estudo astronômico publicado nesta quarta-feira (6) estima que nossa galáxia possa ter pelo menos três planetas com características semelhantes à da Terra, no que diz respeito ao tamanho e à distância em relação à estrela que ele orbita. Esses planetas ficam a entre 300 e 600 anos-luz do nosso.
O levantamento dos especialistas do Centro Harvard-Smithsoniano de Astrofísica, nos Estados Unidos, apontou que 6% dos planetas que orbitam as chamadas anãs-vermelhas se encaixem nessa descrição. Ao todo, 95 planetas foram analisados especificamente, dentre os quais se destacaram os três.
Anãs-vermelhas são estrelas menores, mais frias e menos brilhantes que o Sol. Por isso, a chamada “zona habitável” de um sistema baseado em uma anã-vermelha é bem mais próximo à estrela do que no Sistema Solar. Por exemplo, se o Sol fosse uma anã-vermelha, a Terra seria bem mais fria e provavelmente não teria vida.
A descoberta atrai o interesse dos astrônomos porque muitas das estrelas vizinhas do Sol são anãs-vermelhas.
“Não sabemos se poderia existir vida em um planeta orbitando uma anã-vermelha, mas a descoberta aguça minha curiosidade e me deixam imaginando se os berços cósmicos da vida são mais diversos do que nós, humanos, imaginávamos”, comentou Natalie Batalha, cientista da missão Kepler da Nasa, cujos dados foram utilizados no estudo.

Fonte:  http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/02/pesquisa-encontra-novos-planetas-semelhantes-terra.html

Telescópio capta radiação ultravioleta e gás brilhante em nebulosa

Nebulosa da Gaivota é enorme nuvem constituída por hidrogênio gasoso.
Imagem foi divulgada pelo Observatório Europeu do Sul nesta quarta.

O Observatório Europeu do Sul (ESO) captou a radiação ultravioleta intensa emitida pela nuvem de poeira e gás brilhante, chamada de Nebulosa da Gaivota. A imagem, divulgada nesta quarta-feira (6), foi feita pelo Telescópio MPG, de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla, no Chile.
Localizada entre as constelações do Cão Maior e do Unicórnio, num dos braços espirais da Via Láctea, a Nebulosa da Gaivota é uma enorme nuvem constituída praticamente só por hidrogênio gasoso, um exemplo do que os astrônomos chamam de região HII, em referência ao hidrogênio ionizado.
Telescópio capta radiação ultravioleta emitida por Nebulosa da Gaivota (Foto: Divulgação/ESO)
Imagem captada pelo ESO mostra intrigante mistura de nuvens escuras e nuvens vermelhas brilhantes, cravejadas de estrelas, na Nebulosa da Gaivota (Foto: Divulgação/ESO)

No interior das nuvens, são formadas estrelas quentes que emitem radiação ultravioleta, fazendo com que o gás ao redor brilhe intensamente. A presença de regiões HII indica que existe formação estelar intensa em uma galáxia. Na imagem captada pelo ESO, é possível identificar estrelas jovens bastante brilhantes.
Conhecida pelo nome de IC 2177, a Nebulosa da Gaivota é constituída de três grandes nuvens de gás, denominadas de Sharpless 2-292, Sharpless 2-296 e Sharpless 2-207. As três fazem parte do catálogo de nebulosas, uma lista com de mais de 300 nuvens de gás brilhantes, compiladas pelo astrônomo americano Stewart Sharpless nos anos 1950.

Fonte:  http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/02/telescopio-capta-radiacao-ultravioleta-e-gas-brilhante-em-nebulosa.html

Vento de estrela gigante é formado por milhões de fragmentos, diz estudo

Astrônomos constataram que vento estelar não é uma brisa uniforme.
Raras, as estrelas de grande massa reciclam material do Universo.

O satélite de raio X XMM-Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA), concluiu o estudo mais detalhado já realizado sobre o forte vento de uma estrela gigante, informou a agência em nota divulgada na terça-feira (5).
Os astrônomos mostraram, pela primeira vez, que o vento estelar não é uma brisa uniforme, mas sim fragmentada em centenas de milhares de pedaços, com diferentes temperaturas.
“Outros estudos já deram a entender que os ventos de estrelas de grande massa não são simplesmente uma brisa uniforme, e os novos dados confirmam isso. Mas, eles também revelam a existência de centenas de milhares de peças individuais quentes e frias”, diz Yaël Naze, da Universidade de Liège, na Bélgica, que liderou a análise do estudo.
Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé et al)
Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé et al)

Estrelas gigantes
As estrelas de grande massa são relativamente raras, mas desempenham um papel muito importante na reciclagem de materiais no Universo. Elas queimam o seu combustível nuclear muito mais rápido do que estrelas como o Sol e vivem por apenas milhões de anos, antes de explodirem em uma supernova, devolvendo a maior parte de sua matéria para o espaço.
Mas, mesmo durante suas "breves" vidas, elas perdem uma fração significativa de suas massas devido aos fortes ventos de gás, expulsos das suas superfícies pela luz intensa emitida pela estrela.
Os ventos das estrelas massivas são pelo menos cem milhões de vezes mais fortes do que o vento solar emitido por nosso próprio Sol e podem moldar significativamente o ambiente ao redor. Eles têm força, por exemplo, para provocar o colapso de nuvens de gás e poeira, formando novas estrelas, ou o inverso: empurrar as nuvens para longe antes que tenham a chance de começar a formar os novos astros.
Fragmentos
Apesar da sua importância, no entanto, a estrutura detalhada dos ventos das estrelas gigantes era pouco compreendida até então.
Agora, com as observações do satélite XMM-Newton, os astrônomos puderam entender melhor como são os ventos estelares por dentro, por meio do estudo detalhado da variação das emissões de raio X da estrela zeta Puppis, também conhecida como Naos. Essa estrela é considerada a mais brilhante da constelação de Puppis e pode ser vista a olho nu da Terra, no hemisfério sul.
De acordo com a ESA, os raios X captados pelo satélite são fruto das colisões que ocorrem no vento entre os diversos pedaços que o compõem. Essas partes são aquecidas e arrefecidas, fazendo com que a força e a energia dos raios X emitidos por elas variem.
Foi dessa maneira que os astrônomos conseguiram identificar a quantidade de pedaços que fazem parte do vento estelar da zeta Puppis, concluindo que ele não era constante e uniforme, mas formado por centenas de milhares de pedaços.

Fonte:  http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/02/vento-de-estrela-gigante-e-formado-por-milhoes-de-fragmentos-diz-estudo.html

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Nasa capta as tempestades solares se formam.

A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) identificou como as tempestades solares ejetam massa coronal, que podem interferir no sistema de comunicação de satélites, GPS e energia na Terra. O Observatório Dinâmico Solar (SDO, na sigla em inglês) captou, pela primeira vez, a formação de 'nós' no campo magnético da corona do Sol, a camada de plasma quente que envolve o astro. As cordas de fluxo de plasma, como são batizadas essas torções e essas voltas ao redor do Sol, surgem algumas horas antes da tempestade, contribuindo para uma previsão mais precisa dos efeitos geomagnéticos do fenômeno no nosso planeta

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/album/2013/01/10/imagens-e-noticias-sobre-o-espaco-2013.htm

Galáxia 'delisga' as luzes e para de criar estrelas,mostra Hubble.

O telescópio espacial Hubble detectou o momento em que uma galáxia parou de criar estrelas, sugerindo que ela entrou na fase de transição para sua "morte", abrigando apenas estrelas vermelhas e velhas. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a galáxia 2MASX J09442693+0429569 usou todo o gás, possivelmente, em uma fusão e, por isso, os astrônomos não conseguem encontrar mais sinais de estrelas jovens na região

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/album/2013/01/10/imagens-e-noticias-sobre-o-espaco-2013.htm#fotoNav=55