segunda-feira, 7 de setembro de 2015

'Bola de fogo' é registrada sobre o céu de Bangcoc

Explosão de meteoro aconteceu pela manhã na capital da Tailândia e foi registrada por câmera em painel de carro.

Uma bola de fogo surgiu no céu de Bangcoc, capital da Tailândia, na manhã desta segunda-feira. Uma câmera em um painel de um carro registrou o momento que ela cruzou o céu e depois desapareceu no horizonte, deixando rastros de fumaça.

Assista ao vídeo.
Astrônomos confirmaram que a bola de fogo era um meteoro que explodiu no céu. O evento foi similar ao que aconteceu em Chelyabinsk, na Rússia, em fevereiro de 2013. As imagens são uma cortesia de Porjai Jaturongkhakun.

Câmera em painel de carro registrou 'bola de fogo' cruzando o céu de Bangcoc (Foto: BBC)
Câmera em painel de carro registrou 'bola de fogo' cruzando o céu de Bangcoc (Foto: BBC)


Astrônomos confirmaram que 'bola de fogo' que cruzou céu de Bangcoc era um meteoro que explodiu no céu (Foto: BBC)
Astrônomos confirmaram que 'bola de fogo' que cruzou céu de Bangcoc era um meteoro que explodiu no céu (Foto: BBC)


Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/09/bola-de-fogo-e-registrada-sobre-o-ceu-de-bangcoc.html

Equipe da Nasa viverá isolada por um ano para simular vida em Marte

Seis pessoas se mudaram para estrutura perto de um vulcão no Havaí na noite desta sexta-feira; é a mais longa experiência do tipo.

Uma equipe da Nasa se mudou na sexta-feira para um local inusitado: durante um ano, seis pessoas irão viver isoladas perto de um vulcão inativo no Havaí para simular o que seria a vida em Marte.
A experiência de isolamento será a mais longa de tipo já feita.
Especialistas estimam que uma missão humana ao Planeta Vermelho poderia demorar entre um e três anos.
A equipe vai viver em uma espécie de cúpula, sem ar ou alimentos frescos e sem privacidade.
Eles se isolaram às 15h no horário local na sexta-feira (22h no horário de Brasília).
Grupo terá que vestir roupas de astronauta para ir ao exterior
Para sair da estrutura em que vivem - a cúpula tem 11 metros de diâmetro e 6 metros de altura -, eles precisarão usar roupas de astronauta.
Um astrobiológo francês, um físico alemão e quatro americanos - piloto, arquiteto, jornalista e cientista de solo - integram a equipe.
Os homens e mulheres terão uma pequena cama dobrável e uma mesa em seus quartos.
Entre os mantimentos as quais terão acesso estão queijo em pó e conservas de atum.
Missões à Estação Espacial Internacional costumam durar seis meses. A agência espacial dos EUA realizou recentemente experiências de isolamento de quatro e oito meses de duração.
Enquanto há preocupação com os desafios técnicos e científicos da viagem, as experiências de isolamento abordam o elemento humano da exploração e problemas que surgem quando as pessoas vivem em locais apertados.
"Eu acho que uma das lições é que você realmente não pode evitar conflitos interpessoais. Vai acontecer durante estas missões de longa duração, mesmo com as melhores pessoas", disse Kim Binsted, pesquisador da Nasa.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/08/equipe-da-nasa-vivera-isolada-por-um-ano-para-simular-vida-em-marte.html

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Veja fotos da 'superlua' em São Paulo

Fenômeno acontece quando lua cheia coincide com perigeu do satélite.
Internautas enviaram fotos ao VC no G1.

 
Superlua é vista no céu de Carapicuiba, na Grande São Paulo (Foto: Luiz Borges/VC no G1)
Superlua é registrada pelo internauta Luiz Borges no céu de Carapicuiba, na Grande São Paulo (Foto: Luiz Borges/VC no G1)
 
Internautas enviaram na noite deste sábado fotos da 'superlua' sobre o céu da Capital e da Grande São Paulo. O fenômero acontece quando ocorre uma lua cheia no período entre 24 horas antes ou depois de a lua atingir o perigeu (ponto mais próximo da Terra) de sua órbita. As informações são do astrônomo Cassio Barbosa, do blog Observatório.
A órbita da Lua é elíptica, por isso a distância até nosso satélite natural varia. A menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.
Este ano haverá ainda outras duas superluas:  em setembro e em outubro.

O internauta José Nei Marinho registrou a superlua em Moema, na Zona Sul de São Paulo (Foto: José Nei Marinho/VC no G1)
O internauta José Nei Marinho registrou a superlua em Moema, na Zona Sul de São Paulo (Foto: José Nei Marinho/VC no G1)

"Toda vez que a Lua fica cheia perto do perigeu, ela parece 14% maior e até 30% mais brilhante. A diferença de tamanho não é tão perceptível, pois quando ela está alta no céu, não há nenhuma estrutura para comparação. Já a diferença de brilho é mais fácil de se notar", explica Cassio Barbosa. "Esse evento é um daqueles que não precisam de instrumento para apreciar, basta ir para um local aberto e olhar para a Lua."

A internauta Célia Regina Laranjeira registrou a superlua no bairro do Paraíso, na Zona Sul (Foto: Célia Regina Laranjeira/VC no G1)
A internauta Célia Regina Laranjeira registrou a superlua no bairro do Paraíso, na Zona Sul (Foto: Célia Regina Laranjeira/VC no G1)

Superlua é vista na região do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo (Foto: Paulo Guilherme/G1)
Superlua é vista na região do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/08/veja-fotos-da-superlua-em-sao-paulo.html

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Quasar mais próximo da Terra tem 2 buracos negros, detectam cientistas

Quasares são núcleos de galáxias brilhantes com massa de milhões de sóis.
Pesquisa foi feita a partir de imagens do telescópio espacial Hubble, da Nasa.


Ilustração mostra o duplo buraco negro observado no centro do quasar mais próximo da Terra, o Markarian 231. (Foto: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI))
Ilustração mostra o duplo buraco negro observado no centro do quasar mais próximo da Terra, o Markarian 231. (Foto: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI))

Um astrofísico da Universidade de Oklahoma juntamente com um colega chinês constatou, a partir de imagens do telescópio espacial Hubble, da Nasa, que o quasar mais próximo da Terra tem dois buracos negros. Trata-se do quasar Markarian 231, a 600 milhões de anos-luz.
Quasares são núcleos de galáxias muito brilhantes e distantes da Terra. Possuem massa de milhões de sóis, porém confinada em espaços tão "pequenos" quanto o Sistema Solar. Os especialistas acreditam que cada uma delas possa conter um buraco negro de grandes dimensões em seu centro. Segundo os astrônomos, quasares são os objetos mais luminosos do Universo.
No caso do quasar observado, ele tem dois buracos negros, o que os cientistas descreveram como “propriedades extremas e surpreendentes”. A descoberta sugere que pode ser comum nos quasares a presença de dois buracos negros, que se dividem em órbita como resultado da fusão entre duas galáxias.
Os cientistas analisaram arquivos do Hubble de radiação ultravioleta emitida a partir do centro do Mrk 231. Se o quasar tivesse apenas um buraco negro em seu centro, a camada de gás quente ao seu redor brilharia com os raios ultravioletas. Em vez disso, o brilho ultravioleta da camada de poeira cai abruptamente para o centro.
Os cientistas estimam que o buraco negro central tenha 150 milhões de vezes a massa do nosso Sol, e que o outro tenha 4 milhões de vezes da massa solar. A dupla completa uma órbita em torno do outro a cada 1,2 anos. Eles devem colidir e se fundir dentro de algumas centenas de milhares de anos e formar um quasar com um único buraco negro supermassivo.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/08/quasar-mais-proximo-da-terra-tem-2-buracos-negros-detectam-cientistas.html

Stephen Hawking diz que buracos negros podem levar a outro universo

Em nova reviravolta na sua visão do universo, físico britânico sugere que humanos não desapareceriam ao entrar em buraco negro, mas poderiam 'cair em outro lugar'.

Supõe-se que seria uma viagem só de ida, mas em uma nova reviravolta nas explicações sobre o que ocorreria quando se "cai" em um buraco negro, o físico britânico Stephen Hawking afirmou que viajantes espaciais poderiam terminar em outro universo.
"Se cair em um buraco negro, não se renda", disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. "Há uma saída."
Hawking afirmou ainda que se o buraco fosse suficiente grande e estivesse girando, poderia ter uma passagem a um universo alternativo.
O famoso cientista considera que os objetos podem acabar armazenados sobre os limites de um buraco negro, região conhecida como horizonte de eventos. São as fronteiras do espaço a partir das quais supostamente nenhuma partícula pode sair, incluindo a luz.
Assegurando que essas estruturas não seriam um poço tão escuro como se pensa, Hawkins indicou que os humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um "holograma" na margem ou "cairiam em outro lugar".
Mistério prolongado
Os buracos negros são fenômenos cósmicos que se originam quando uma estrela colapsa. O restante de sua matéria fica limitado a uma pequena região, que logo dá lugar a um imenso campo gravitacional.
Por muito tempo se pensou que nada poderia escapar de sua gravidade, nem sequer a luz.
Em 1974, Hawking descreveu como os buracos negros emitiriam radiação, algo que com o tempo passou a ser conhecido como "radiação de Hawking", ideia com a qual muitos físicos concordam hoje em dia.
Ele, contudo, também apontou inicialmente que a radiação emitida por um buraco negro acabaria evaporando e todas as informações sobre cada partícula despareceriam para sempre.
Em 2004, Hawking surpreendeu o mundo com um novo estudo, denominado O Paradoxo da Informação em Buracos Negros, em que mudava sua própria versão: em vez de absorver tudo, os buracos negros permitem que certas radiações escapem.
Deste modo, um buraco negro deixaria de ser o poço infinito que destrói tudo o que cai nele, e sua fronteira não estaria tão definida como se pensava.
Viagem 'sem volta'
En 2012, enquanto buscavam esclarecer se a informação desaparece para sempre dentro de um buraco negro, John Polchinski e outros físicos já haviam descoberto que outro destino é possível.
Mas acrescentaram que o horizonte de eventos se converte em uma barreira antifogo gigante que incinera o que passar por ele.
À medida que fosse se aproximando do buraco, a diferença de gravidade entre seus pés e a cabeça aumentaria cada vez mais, e em algum momento você se partiria em dois. E logo essa força de maré, como se denomina essa atração, desgarraria cada célula, molécula e átomo de seu corpo.
Muitos físicos não gostaram dessa ideia. Segundo um dos princípios da relatividade de Einstein, uma pessoa que cruzasse o horizonte de eventos não deveria sentir nada diferente, apenas flutuaria no espaço.
A barreira antifogo, portanto, deixaria vulnerável o "princípio de equivalência", uma regra muito respeitada, daí a resistência dos físicos a descartá-la.
De toda maneira, para verificar o que ocorre em um buraco negro você provavelmente teria que viajar ao interior de um deles.
E o próprio Hawking não é candidato a essa jornada.
"(Após entrar em um buraco negro) Não poderia voltar ao nosso universo, de modo que, ainda que esteja interessado em viajar ao espaço, não vou tentar".

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/08/stephen-hawking-diz-que-buracos-negros-podem-levar-outro-universo.html

Astrônoma chilena de 25 anos descobre novo planeta

Maritza Soto encontrou objeto a 293 anos-luz da Terra e calcula que ele tenha 'no mínimo' três vezes a massa de Júpiter.

A chilena Maritza Soto diz que não esperava fazer uma descoberta notável tão cedo (Foto: Maritza Soto)
A chilena Maritza Soto diz que não esperava fazer uma descoberta notável tão cedo (Foto: Maritza Soto)


Aos 25 anos de idade, a doutoranda chilena Maritza Soto realizou o sonho de todo astrônomo: descobrir um novo planeta.
O HD 110014c, que orbita a estrela HD 110014, está a 293 anos-luz da Terra e tem uma massa pelo menos três vezes maior que a de Júpiter.
A descoberta foi publicada na revista científica da Royal Astronomical Society (Real Sociedade Astronômica) em Londres, após uma pesquisa de oito meses.
"Normalmente, para descobrir um planeta temos que usar métodos indiretos, porque não é como olhar para o céu e, de repente, reparar numa pequena mudança e, pronto, lá está um planeta", disse Soto à BBC Mundo.
Ela diz que, em geral, esses planetas são difíceis de se enxergar, dada a proximidade com a estrela que orbitam.
"Para poder realmente enxergá-los, têm que ser planetas que sejam muito grandes e que estejam muito longe da estrela, ou seja, é muito difícil", disse. "O que fazemos é medir a estrela e ver as mudanças que acontecem quando há um planeta. "
Velocidade radial
Soto empregou o método da velocidade radial, que consiste em medir o movimento da estrela para poder concluir se há algum objeto ao redor dela.
Foi assim que Soto e a sua equipe, integrada por James Jenkins e Matías Jones, da Universidade do Chile, descobriram o novo planeta, o segundo daquele Sistema Solar.
O objeto tem pelo menos três vezes a massa de Júpiter, mas Soto diz que este é "um valor mínimo", já que não é possível calcular a massa real.
A jovem estudante destacou que o planeta está muito próximo da estrela que orbita – bem mais que a Terra do Sol.
"É um planeta gasoso gigante que está muito quente, porque está muito perto de sua estrela", afirmou.
'Sucesso'
O planeta, segundo a astrônoma, corre grande risco de ser engolido pelo seu sol, por causa da proximidade e da enormidade daquela estrela vermelha.
Soto, que desde os 11 anos sabia que queria seguir carreira na astronomia, diz que não esperava alcançar um sucesso tão grande tão cedo.
"Sempre estudei astronomia com a ideia de que 'talvez... alguma vez... pode ser... encontre algo novo'. Mas nunca pensei que fosse conseguir tão cedo", disse.
O grupo de Soto vai continuar a investigar o novo planeta para tentar entender a dinâmica entre ele e os outros planetas que orbitam aquele sol.
A equipe também tenta detectar novos planetas ao redor de outros tipos de estrelas que não são muito estudadas.
"Tomara que isso leve a descobertas ainda maiores", afirmou Soto, que comemora o fato de cientistas da América Latina hoje dividirem descobertas com astrônomos de países desenvolvidos.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/08/astronoma-chilena-de-25-anos-descobre-novo-planeta.html

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Antes de iniciar missão 'suicida', sonda faz imagens de despedida de lua de Saturno

Cassini, que é parte de missão conjunta das agências espaciais europeia, americana e italiana, passou a 500 quilômetros da superfície da lua de Dione.

A lua Dione fotografada pela sonda Cassini com os anéis de Saturno ao fundo (Foto: Nasa)
A lua Dione fotografada pela sonda Cassini com os anéis de Saturno ao fundo (Foto: Nasa)

A sonda Cassini, que conseguiu chegar até Saturno, enviou nesta semana suas últimas fotos de uma das luas do planeta gigantesco e gasoso, Dione.
A Cassini passou a 500 quilômetros da superfície de Dione na segunda-feira e esse foi o quinto encontro do tipo que a sonda realizou em sua missão de 11 anos ao planeta dos anéis.
Agora, a sonda está envolvida em uma série de últimas observações. Em 2017, a Cassini vai realizar um mergulho na atmosfera de Saturno, o que resultará em sua destruição.
"Fico emocionada, e sei que todo mundo fica, ao olhar para essas imagens extraordinárias da superfície e do crescente de Dione, sabendo que elas serão as últimas que veremos deste mundo distante durante muito tempo", disse Carolyn Porco, que lidera a equipe de especialistas em imagens da missão.
"Até o fim, a Cassini entregou fidedignamente outra série de riquezas. Como tivemos sorte", acrescentou.
A Cassini chegou mais perto de Dione em 2011, quando a missão passou a apenas 100 quilômetros acima da superfície do corpo celeste.
Dione tem um diâmetro de 1.122 quilômetros, um exterior coberto de gelo e interior rochoso.
A sonda, que é uma missão conjunta das agências espaciais europeia, americana e italiana, detectou uma fina atmosfera de oxigênio e também observou sinais de que esta ainda pode estar ativa.

Anéis e na atmosfera

No ano que vem, a Cassini deve ir em direção aos anéis de Saturno (Foto: Nasa)
No ano que vem, a Cassini deve ir em direção aos anéis de Saturno (Foto: Nasa)

No próximo ano, a Cassini vai iniciar uma série de manobras para colocar-se em órbitas acima e através dos anéis de Saturno.
E então, em 2017, uma vez que o combustível da Cassini tenha se esgotado, os controladores de solo da missão vão enviar comandos para que a sonda mergulhe na atmosfera do planeta, onde será destruída.
Quanto mais perto a Cassini chegar de Saturno, mais a sonda vai esquentar, a ponto até de derreter e, no final, ser destruída pela alta pressão.
Esse plano de destruição da sonda visa não afetar com destroços as luas de Enceladus e Titã. Ambas foram apontadas como possíveis focos de vida extraterrestre, e cientistas não querem que essas formas de vida, caso existam, sejam contaminadas por micróbios da Terra que ainda estejam na sonda - mesmo que isso seja muito improvável.
Nos próximos meses, a Cassini vai passar pela última vez por várias luas.
"Considere isso como o começo do Longo Adeus", disse Carolyn Porco, referindo-se à passagem da sonda pela Dione, na segunda-feira.
E, no momento, não há preparativos para nenhuma outra missão para o sistema de Saturno.
A única missão para outro planeta que está prevista é para Júpiter. Os Estados Unidos vão enviar a sonda Juno no ano que vem e o satélite Juice, da Europa, deve ser enviado em 2030.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/08/antes-de-iniciar-missao-suicida-sonda-faz-imagens-de-despedida-de-lua-de-saturno.html